Falta de chuvas pode intensificar a incidência da larva alfinete na safrinha de milho

Com a estiagem em muitas regiões produtoras, a praga pode impactar a produtividade das lavouras, causando perdas de até 13%

São Paulo, maio de 2021 – Com uma série de incertezas e instabilidades climáticas que atingem algumas regiões produtoras do milho segunda safra, o produtor deve redobrar a atenção para as pragas que podem afetar a produtividade do cultivo já no início do ciclo. Um exemplo é a larva alfinete (Diabrotica speciosa), considerada uma das principais pragas subterrâneas do cultivo, segundo a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa).

 

Quando ocorre alta infestação, as perdas na lavoura pela larva podem variar de 10% a 13%. Ainda que as estimativas da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) para a produção do milho safrinha ultrapassem as 82 mil toneladas, um volume cerca de 10% maior que o do ciclo passado, o dano causado pela larva pode representar prejuízos significativos, principalmente em um cenário como o atual, em que tempo seco, chuvas irregulares e o atraso da colheita da soja afetaram o desenvolvimento da semeadura, sobretudo na região centro-sul e Brasil Central.

 

O agrônomo de desenvolvimento de mercado especialista da Bayer, Paulo Garollo, reforça que o dano principal que impactará  no grão está ligado ao ataque das larvas ao sistema radicular. “Toda a estrutura da planta vem da sua raiz e se ela é danificada, como acontece com o ataque da diabrótica, o produtor acaba perdendo produtividade, porque ela vai absorver menos nutrientes e recurso hídrico. Neste período inicial, a praga adulta oviposita nas raízes nodais que ficam escondidas sob o solo e após eclosão das larvas, que ocorre em 6 a 8 dias, perfuram, penetram e se alimentam destas raízes, tornando o cultivo debilitado e mais suscetível aos períodos de estiagem, como nesta safra”, explica Garollo.

 

Ainda segundo o especialista, o agricultor não percebe esse dano até o momento em que uma ventania provoca o acamamento do milho, ou seja, a planta tomba, já que não possui raiz para sustentação. Por isso, o controle dessa praga é mais difícil e só é possível identificar que houve ataque quando o cultivo já foi danificado. 

 

“Solos mais escuros, ricos em matéria orgânica, são favoráveis para a incidência da diabrótica, principalmente após a colheita da soja. As larvas apresentam coloração esbranquiçada e cabeça de coloração marrom escura, por isso são chamadas de larva alfinete. O manejo eficiente da praga deve considerar outras estratégias associadas ao controle químico, como a adoção de tecnologias com proteína Bt específica contra esta incidência”, explica o especialista.

 

Investimento em biotecnologia

Uma alternativa para o controle da larva alfinete no milho safrinha é a tecnologia VT PRO3, desenvolvida pela Bayer. “A semente apresenta duas proteínas voltadas à proteção da raiz do milho contra o ataque da larva de diabrótica e contra as principais pragas aéreas que atacam as folhas, colmo e espiga da cultura. A biotecnologia oferece tolerância ao glifosato, possibilitando um manejo eficiente das plantas daninhas”, afirma o especialista da Bayer.

 

Além disso, neste ano, a Bayer traz ao mercado o VT PRO4®, a nova biotecnologia para milho híbrido. "O produtor brasileiro é o nosso grande parceiro e sabe que os híbridos da Bayer entregam diversos benefícios a ele, especialmente o potencial aumento de produtividade", explica Garollo. "Investimos em pesquisa e desenvolvimento para entregar um portfólio com mais resultados para os desafios de manejo do agricultor.”

 

125 anos da Bayer no Brasil

A Bayer celebra, em 2021, 125 anos de Brasil. Chegou ao País em 1896, abrindo a primeira fábrica no Rio de Janeiro; Hoje, está presente em mais de 30 cidades, com 6.500 profissionais espalhados de norte a sul. O Brasil é o maior mercado da Bayer na América Latina e local de grandes descobertas na medicina, de novas tecnologias para o campo e de inovações que melhoram a qualidade de vida do brasileiro e contribuem para o desenvolvimento do país.

 

O Grupo está atento aos novos desafios da humanidade, cada vez mais coletivos e que não podem ser solucionados por atores isolados. Por isso, tem investido cada vez mais em modelos de negócios baseados em colaboração, por meio de suas três divisões e do seu primeiro hub de inovação aberta da América Latina, com parcerias relevantes para os negócios.

 

E para construir os próximos 125 anos, mais que fortalecer sua voz, a Bayer quer ampliar sua escuta e entender cada vez melhor as expectativas da sociedade e as necessidades dos clientes: seja o agricultor, o médico, o paciente, o consumidor – e a sua gente, cada vez mais plural e diversa; quer estreitar laços, alinhar expectativas, promover o diálogo, aproximar sua comunicação e construir os próximos passos da empresa junto ao público. Porque Você e Bayer: é bom. Para saber mais, acesse www.bayer.com.br

 

Informações à imprensa Bayer

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