02/10/2019

Gravidez bem nutrida

São nove meses que pedem um equilíbrio de vitaminas, sais minerais e outras substâncias que agem em prol da saúde da mamãe e do desenvolvimento do bebê

Vai longe o tempo em que se aconselhava “comer por dois” na gravidez. Mesmo que algumas tias desatualizadas ainda insistam nesse tipo de dica, a ciência ressalta a importância do equilíbrio entre os nutrientes nessa fase tão especial. Ainda que aumentem as necessidades dos macronutrientes, isto é, de proteínas, carboidratos e gorduras, não há grandes acréscimos no total de calorias. Deve haver um balanço harmonioso, sem excessos ou escassez.

Dentro do conceito dos 1100 dias – período-chave para o futuro saudável e que compreende três meses antes da concepção, mais nove da gestação e, ainda, os dois primeiros anos de vida – um dos principais pilares é a boa nutrição. É crucial zelar para que em toda essa temporada não faltem vitaminas, sais minerais e tantas outras substâncias.

Afinal, trata-se de um tempo em que as intervenções benéficas tendem a ser mais eficientes, causando maiores impactos e deixando marcas futuras. Deve-se considerar o estilo de vida e incentivar sempre a variedade no cardápio desde a fase de planejamento para que a mulher chegue com taxas adequadas de vitaminas, sais minerais e outras substâncias mesmo antes de engravidar e seu organismo esteja saudável e pronto para as transformações que virão.

“Existem diferenças nas recomendações de acordo com cada etapa”, diz o ginecologista e obstetra Henri Korkes, professor do Departamento de Obstetrícia da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). Ainda que seja primordial a sinergia entre todos os nutrientes, já que eles continuam exercendo seu papel para a formação da criança, há alguns que merecem destaque de acordo com a demanda do período gestacional.

Nas primeiras semanas

Não faltam evidências sobre o papel do ácido fólico logo no início da gestação ¹. “Essa vitamina do complexo B colabora para o fechamento do tubo neural e para o desenvolvimento do sistema nervoso”, destaca o médico. O processo ocorre nos primeiros dias após a fecundação, por isso as taxas do nutriente devem estar satisfatórias desde o momento em que as células do embrião começam a se multiplicar.

O ácido fólico também participa da formação das hemácias, os glóbulos vermelhos. Na falta dele o oxigênio não circula como deveria. Daí que as gestantes têm que redobrar a atenção. Por tamanha importância, a indicação salta de 400 μg por dia para 600 μg durante a gravidez.

O ferro é outro que deve apresentar níveis adequados no organismo da futura-mamãe. Quando está escasso, sobra cansaço, um dos sintomas da anemia. Salientando que na gestação ocorre o aumento no volume de sangue, para suprir a grande demanda que é o desenvolvimento do bebê.

Ao longo dos meses

Zinco, selênio, vitamina A e C são os grandes guardiões da imunidade e ajudam a blindar contra infecções oportunistas. Mas para que os ossos do bebezinho cresçam fortes, a dupla cálcio e vitamina D é sempre a mais requisitada.

Aliás, além de garantir a mineralização do esqueleto fetal, o cálcio tem aparecido em estudos como aliado contra a perigosa pré-eclampsia, mal que eleva a pressão durante a gravidez ². Existem indícios de que propicie uma melhora na elasticidade dos vasos e colabore para a circulação sanguínea.

Ômega-3 em destaque

A partir do segundo trimestre, ocorre maior necessidade de outro componente essencial ao desenvolvimento: o ômega-3, especialmente sua denominação DHA (ácido docosahexaenóico). Essa é a alcunha para uma substância do grupo dos ácidos graxos poli-insaturados, isto é, dos lipídios ou, simplesmente, gorduras, e que atua em prol da mãe e da prole.

Diversos trabalhos revelam que o ômega-3 favorece o desenvolvimento do cérebro e da retina do bebê. Além de integrar essas estruturas, ele as protege.

Há ainda diversos estudos mostrando que o DHA reduz o risco de parto prematuro³. Trata-se de uma vantagem muito bem-vinda, afinal, quanto mais tempo o bebê ficar no ventre materno, menor a chance de intercorrências.

O ideal é que se ultrapassem, ao menos, 37 semanas de gestação. É que a partir dessa fase, os órgãos estão maduros e a criança já vai estar preparada para respirar e se alimentar fora do útero. A tendência é de que seu peso e tamanho também estejam adequados, o que, inclusive, pode afastar a obesidade futuramente, portanto, um benefício em curto e longo prazo.

Uma revisão4 de artigos científicos, com mais de 70 estudos clínicos, num total de 19 927 pacientes, mostra uma redução de 11% no risco de parto prematuro quando os níveis de ômega-3 são satisfatórios na gravidez.

Continue a zelar

O nutriente também precisa ter seu lugar no pós-parto. Há indícios de ganhos cognitivos ao bebê que recebe leite materno com doses adequadas de DHA5. Embora a substância seja encontrada em peixes, caso do atum, do salmão e da sardinha, nem sempre esses pescados aparecem no prato das brasileiras. E ainda há o temor de contaminação por metal pesado. Assim, os especialistas recomendam a suplementação de ômega-3.

O médico que faz o acompanhamento durante e após a gravidez, deve prescrever o uso de todos os tipos de suplementos após exames minuciosos para definir com segurança quais são as dosagens. Tudo para o bem-estar da mamãe e de seu pequeno.

O Omega 3 Natele® é um suplemento alimentar em cápsulas que auxilia na obtenção dos níveis ideais de ingestão de DHA (ácido docosahexaenóico). O consumo de uma única cápsula ao dia é equivalente aos 200mg de DHA recomendados pelas diretrizes nacionais e internacionais. O produto é indicado para uso durante o período pré-gestacional, de gravidez e lactação

Preço médio sugerido ao consumidor: Omega 3 Natele® - R$ 59,90

Referências

  1. Smithells RW, Sheppard S, Schorah CJ. Vitamin deficiencies and neural tube defects. Arch Dis Child. 1976; 51:944–950.
  2. Hofmeyr GJ, Lawrie TA, Atallah AN, Torloni MR. Calcium supplementation during pregnancy for preventing hypertensive disorders and related problems. Cochrane Database Syst Rev. 2018;10:CD001059.
  3. Suen VMM, Filho DRi, Almeida CAN de. Consensus of the Brazilian Association of Nutrology about recommendations of DHA during gestation, lactation and infancy. Int J Nutrology. 2014;(ISSN 1984-3011).
  4. Middleton P, Gomersall JC, Gould JF, Shepherd E, Olsen SF, Makrides M. Omega-3 fatty acid addition during pregnancy. Cochrane database Syst Rev. november 2018;11:CD003402.
  5. Lassek WD, Gaulin SJ. Maternal milk DHA content predicts cognitive performance in a sample of 28 nations. Matern Child Nutrition. 2015;11(4):773-9.

Sobre a Bayer

A Bayer é uma empresa global focada em Ciências da Vida nas áreas de saúde e nutrição. Seus produtos e serviços são desenvolvidos para beneficiar pessoas apoiando-as para superar os maiores desafios apresentados pelo crescimento e envelhecimento populacional. Além disso, a companhia visa criar valor por meio da inovação e crescimento. A Bayer é comprometida com os princípios do desenvolvimento sustentável e a marca Bayer representa confiança, credibilidade e qualidade ao redor do mundo. No ano fiscal de 2018, com cerca de 117 mil colaboradores, obteve vendas de € 39,6 bilhões. Os investimentos totalizaram € 2,6 bilhões e as despesas com Pesquisa & Desenvolvimento somaram € 5,2 bilhões. Para mais informações, acesse www.bayer.com.br.

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