Proteção sustentável do meio ambiente a partir da construção inteligente
Adaptar uma construção ao clima local é melhor e mais eficiente que tentar adaptar o clima à necessidade de uma nova edificação. É partindo dessa visão que a Bayer MaterialScience, divisão de Materiais Inovadores do Grupo Bayer, lançou o Programa EcoCommercial Building (ECB). A iniciativa, lançada em 2009, integra o Programa de Sustentabilidade do Grupo Bayer.
A proposta está baseada em reunir os melhores e mais inovadores materiais, sistemas e tecnologias para construir edifícios adaptados às condições climáticas de qualquer lugar do planeta, com baixo consumo de energia, menor impacto ambiental e viabilidade econômica. Para isso, a Bayer vem desenvolvendo, em todo o mundo, parcerias com empresas fabricantes e prestadoras de serviços no segmento da construção e já lidera, em diversos mercados, um grupo de referência para edifícios sustentáveis. O objetivo central é reunir experiências, do projeto e construção, à análise da situação operacional, e usar esse aprendizado em novos projetos comerciais.
No Brasil, a Bayer MaterialScience já estabeleceu uma nova plataforma de negócios exclusiva para identificar no mercado local parceiros capacitados para o desenvolvimento de projetos sustentáveis. “A Bayer é a líder de uma “cadeia verde”, composta por representantes de todas as etapas do processo de construção – que vai desde a concepção arquitetônica e construção até a reutilização e descarte dos materiais e recursos”, afirma Fernando Resende, responsável pelo Programa EcoCommercial Building no Brasil.
O programa é lançado no País com nove parceiros.
A multinacional alemã iniciará ainda este ano a construção de seu quinto edifício ECB no mundo e o primeiro na América Latina – os demais estão na Alemanha, Bélgica, Estados Unidos e Índia. O novo edifício sustentável da Bayer será construído na sede da empresa em São Paulo, no bairro do Socorro, na Zona Sul da capital paulista.
Com previsão de lançamento no primeiro trimestre de 2013, este edifício terá 600 m² e funcionará como espaço de convivência dos 1.800 colaboradores da sede. O projeto assinado pelo escritório LOEB CAPOTE Arquitetura e Urbanismo, Arq. Roberto Loeb e Luis Capote, foi desenvolvido com o que há de mais moderno em termos de construções sustentáveis, sem deixar de lado a estética e o conforto de seus ocupantes. Um exemplo é o espelho d’água posicionado em uma das áreas do ECB. Interligado a uma rede de captação e tratamento da água da chuva, ele é estratégico para ajudar a manter a umidade e a temperatura agradável no microclima, reduzindo uso do ar condicionado, além de conferir beleza ao local. O ECB também fará uso de isolantes térmicos e materiais translúcidos, que contribuem ainda mais para o conforto térmico e redução do consumo de energia do edifício. As áreas permeáveis também receberam especial atenção e, por isso, todo o piso da área externa será constituído de decks de madeira, que permitirão o escoamento das águas pluviais e melhor absorção pelo solo. Além disso, um inovador sistema de automação será responsável por monitorar e controlar, em tempo real, todo o consumo de água e energia do prédio, bem como a variação da luminosidade interna de acordo com o ambiente externo.
O primeiro EcoCommercial Building da Bayer no Brasil fará, ainda, uso de fontes de energia renovável, terá iluminação a partir de lâmpadas de LED, placas translúcidas de policarbonato para aproveitamento de luz natural, isolamento térmico de fachadas e coberturas com poliuretano, revestimentos, adesivos e selantes com baixa emissão de COVs, entre outros.
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Em relação a um prédio do mesmo porte, construído nos moldes tradicionais, o edifício consumirá 50% menos energia e economizará 70% de água. O retorno do investimento adicional é estimado em 7 a 10 anos. A grande diferença é que o tradicional inicia seu processo de degradação e, consequentemente, manutenção, ao passo que o ECB contabilizaria apenas as economias dos recursos, uma vez que conta com materiais de maior durabilidade e consome menos água e energia ao longo de sua vida.
Setor da construção civil exerce papel-chave na proteção do clima
As emissões de gases causadores do efeito estufa emitidas na construção e na operação de edifícios representam cerca de 18%, ou quase um quinto, do total de emissões produzidas pelo homem. O número inclui a energia que é gerada fora dos edifícios e que é usada dentro deles como, por exemplo, eletricidade e condicionamento térmico. Além disso, os edifícios são responsáveis pelo consumo de cerca de 40% de toda energia produzida. Os especialistas acreditam que o uso consistente de materiais de isolamento de alto desempenho poderia reduzir quase pela metade o crescimento futuro do consumo de energia dos edifícios.
Em geral, economizar energia é o método mais eficiente para combater as mudanças climáticas. É desta forma que a Bayer MaterialScience está contribuindo para proteger o meio ambiente. Entre os exemplos, está o isolamento térmico com a espuma rígida de poliuretano que pode ser usada nos edifícios, mas que também é usada em refrigeradores, freezers, câmaras frigoríficas e no transporte refrigerado.
Estudos demonstram a expressiva economia de energia obtida com o poliuretano. Quando usado para isolamento térmico em edificações residenciais, em 50 anos este material pode economizar até 70 vezes o volume de energia necessário para produzi-lo. Além disso, o investimento feito no material geralmente é recuperado dentro de apenas alguns anos, transformando, assim, o poliuretano em um instrumento de proteção extremamente atrativo em termos ecológicos e econômicos.
As placas de múltiplas camadas transparentes ou translúcidas de policarbonato Makrolon® também oferecem propriedades extraordinárias de isolamento térmico, além de possibilitarem a entrada de luz natural e estruturas mais leves e econômicas devido ao seu baixo peso. Isso as torna ideais para cobertura de espaços e revestimentos de fachadas. Comparadas com as placas compactas, possibilitam economia de até 25% de energia.
A Bayer MaterialScience também está contribuindo para a construção ambientalmente responsável de outras maneiras como, por exemplo, por meio de seus componentes de policarbonato, poliuretano termoplástico e matérias-primas para revestimentos, adesivos e selantes com baixo teor de solventes.


Introdução
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Programa EcoCommercial Building



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