Programa EcoCommercial Building: construção inteligente para a proteção do clima
A proposta está baseada em reunir os melhores materiais e tecnologias inovadoras para construir edifícios adaptados às condições climáticas em qualquer lugar do planeta, com baixo consumo de energia, menor impacto ambiental e, ainda, que sejam economicamente viáveis. Assim, a Bayer MaterialScience desenvolveu o Programa EcoCommercial Building.
Para desenvolvê-lo de maneira eficiente, aplicando todos os conceitos de sustentabilidade, a Empresa vem desenvolvendo parcerias com empresas fabricantes e prestadores de serviços do mercado da construção em todo o mundo. O objetivo é reunir experiências: do projeto e construção à análise da situação operacional, e usar este aprendizado para o desenvolvimento de novos projetos.
Já são 4 edifícios no mundo
O mais recente edifício do programa EcoCommercial Building é o Centro de Inovações da Bayer MaterialScience localizado em Noida, perto de Nova Delhi, na Índia. Com uma área de 900 m2, o edifício foi inaugurado em janeiro de 2011 e consiste em um prédio comercial com 40 estações de trabalho, salas de reunião e, ainda, um espaço de exposições.
O projeto, desenvolvido em cooperação com a Bayer Technology Services e especialistas renomados como os arquitetos Banz & Riecks, leva em consideração tanto as condições climáticas quanto a infra-estrutura técnica do local. Por exemplo: foram construídos cerca de 400 m2 de módulos solares sobre o telhado que, associados a um sistema geotérmico que utiliza o calor do solo local, permitem que o edifício funcione sem o fornecimento externo de energia. Além disso, o edifício faz uso de aberturas devidamente sombreadas, que permitem, ao mesmo tempo, a entrada de luz natural e o controle da entrada de calor.
O conceito não é apenas ecologicamente seguro, mas também economicamente atrativo. Os especialistas estimam que as medidas ecologicamente seguras implementadas no projeto serão compensadas em, no máximo, dez anos.
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Centro de inovações da Bayer MaterialScience em Greater Noida, |
O Programa EcoCommercial Building também já é uma realidade em Diegem, na Bélgica. Lá, a Bayer construiu um edifício administrativo com cerca de 13 mil m2 e espaço para 250 estações de trabalho. Projetado pelo escritório Schellen Architecten bvba com gerenciamento da Bayer Technology Services, o edifício apresenta 40% de redução no consumo de energia em relação aos padrões belgas, faz uso de fontes de energia renovável como geotermia e energia solar, além de captar e aproveitar as águas pluviais. O projeto desse edifício ainda conta com uma iluminação a partir de LED, fachadas translúcidas para aproveitamento de luz natural, isolamento térmico de fachadas e coberturas com poliuretano, revestimentos, adesivos e selantes com baixa emissão de compostos orgânicos voláteis (COV’s), entre outros.
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Edifício administrativo da Bayer em Diegem na Bélgica, construído |
Nos Estados Unidos está mais um edifício modelo do programa EcoCommercial Building, na cidade de Pittsburg. Construído em parceria com a Penn State University, a construção é um centro de conferências e educação com emissão zero de carbono. O edifício é 100% auto-sustentado por energia renovável (solar), registra elevado índice de utilização de luz natural por meio de fachadas e coberturas translúcidas, além de fazer uso de materiais renováveis e com baixa emissão de COV´s. O isolamento térmico de coberturas e fachadas também é importante no conceito de sustentabilidade do edifício.
Já em Monheim, na Alemanha, com projeto do escritório Tr.architekten, uma creche com 1.000 m² foi construída para atender 60 crianças. O edifício apresenta emissão zero de carbono, é 100% alimentado por fontes renováveis - sendo 60% por painéis fotovoltaicos, 30% por energia geotérmica e 10% por aquecimento solar de água. O retorno dos investimentos será obtido em menos de 10 anos.
Para saber mais sobre o Programa EcoCommercial Building, clique aqui.
Setor da construção civil é essencial para a proteção do clima
As emissões de gases causadores do efeito estufa emitidas na construção e na operação de edifícios representam cerca de 18%, ou quase um quinto, do total de emissões produzidas pelo homem. O número inclui a energia que é gerada fora dos edifícios e que é usada dentro deles como, por exemplo, eletricidade e condicionamento térmico. Além disso, os edifícios são responsáveis pelo consumo de cerca de 40% de toda energia produzida. Os especialistas acreditam que o uso consistente de materiais de isolamento de alto desempenho poderia reduzir quase pela metade o crescimento futuro do consumo de energia dos edifícios.
Em geral, economizar energia é o método mais eficiente para combater as mudanças climáticas. É desta forma que a Bayer MaterialScience está contribuindo para proteger o meio ambiente. Entre os exemplos, está o isolamento térmico com a espuma rígida de poliuretano que pode ser usada nos edifícios, mas que também é usada em refrigeradores, freezers, câmaras frigoríficas e no transporte refrigerado.
Estudos demonstram a expressiva economia de energia obtida com o poliuretano. Quando usado para isolamento térmico em edificações residenciais, em 50 anos este material pode economizar até 70 vezes o volume de energia necessário para produzi-lo. Além disso, o investimento feito no material geralmente é recuperado dentro de apenas alguns anos, transformando, assim, o poliuretano em um instrumento de proteção extremamente atrativo em termos ecológicos e econômicos.
As placas de múltiplas camadas transparentes ou translúcidas de policarbonato Makrolon® também oferecem propriedades extraordinárias de isolamento térmico, além de possibilitarem a entrada de luz natural e estruturas mais leves e econômicas devido ao seu baixo peso. Isso as torna ideais para cobertura de espaços e revestimentos de fachadas. Comparadas com as placas compactas, possibilitam economia de até 25% de energia.
A Bayer MaterialScience também está contribuindo para a construção ambientalmente responsável de outras maneiras como, por exemplo, por meio de seus componentes de policarbonato, poliuretano termoplástico e matérias-primas para revestimentos, adesivos e selantes com baixo teor de solventes.

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