Estação Experimental de Paulínia
Uma das vantagens da Estação Experimental da Bayer CropScience do Brasil, em relação a outras estações da empresa no mundo, é a zona climática da cidade de Paulínia que conta com uma variação entre os climas tropical e subtropical, permitindo a realização de testes nas principais culturas durante todo o ano. Essa característica permite que a Estação forneça resultados para a Matriz da empresa na Alemanha justamente na época em que o inverno não possibilita a realização de ensaios no hemisfério Norte, diminuindo assim o tempo necessário para o desenvolvimento de uma nova molécula.
A cada ano, a Estação Experimental de Paulínia recebe mais de 150 moléculas para desenvolvimento de novos defensivos agrícolas, entre herbicidas, fungicidas e inseticidas, além do serviço de monitoramento das principais doenças que comprometem as lavouras, como a ferrugem asiática na cultura da soja.
Para se ter uma idéia da importância da Estação, vale ressaltar o desenvolvimento do Nativo®, fungicida criado para atender às necessidades das lavouras brasileiras, e o CropStar®, inseticida voltado para o tratamento de sementes na cultura do milho. Além disso, a Estação Experimental de Paulínia se destaca pelo importante trabalho que desenvolve de monitoramento da ferrugem asiática. A Bayer CropScience é a única a realizar este importante trabalho, com laboratório exclusivo destinado à pesquisa sobre a doença que compromete a soja, sendo referência mundial.
A Estação Experimental foi adquirida pela Bayer CropScience em 2002 na aquisição da Aventis pela Bayer. A área foi a primeira criada no Brasil para a pesquisa e o desenvolvimento de defensivos agrícolas.

Introdução
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